Vacinas em Bauru, da primeira dose do bebê aos cuidados em todas as fases da vida
Encontre orientações de vacinação por idade e para situações específicas, como gestação, viagens, atividade profissional e condições especiais de saúde.

01 / 10 · Prematuros
Vacinação do bebê prematuro
Bebês prematuros seguem o calendário de vacinação da infância, mas algumas vacinas e imunizações possuem recomendações específicas de acordo com a idade gestacional, o peso ao nascer, a idade cronológica e as condições clínicas do bebê. Por isso, a avaliação individual da carteira é especialmente importante nessa fase.
Ao nascer · Rede pública
BCG
Preferencialmente na maternidade. Em casos especiais, pode ser adiada ou contraindicada.
Ao nascer
Hepatite B
Pode exigir esquema específico. As doses seguintes podem vir na hexavalente acelular.
2, 4 e 6 meses
Hexavalente acelular
Preferencial no prematuro. Reforço aos 15 meses com a vacina pentavalente acelular.
2, 4 e 6 meses
Rotavírus pentavalente
Aplicação conforme os limites de idade e as condições clínicas do bebê prematuro.
2, 4, 6 e 12 meses
Pneumocócica conjugada (VPC20 ou VPC15)
Vacinar na idade cronológica, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm criança.
3, 5 e 12 meses
Meningocócica ACWY
Vacinar na idade cronológica, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm criança.
3, 5 e 12 meses
Meningocócica B
Vacinar na idade cronológica, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm criança.
A partir dos 6 meses
Influenza (gripe)
Uma dose todos os anos a partir dos 6 meses de idade.
9 meses
Febre amarela
Conforme a idade cronológica. Contraindicada em caso de imunodeficiência.
Anticorpo monoclonal
Proteção contra o VSR
Independe da vacinação materna. Aplicável com outras vacinas e repetível se indicado.
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Prematuridade não significa simplesmente adiar as vacinas. O calendário considera principalmente a idade cronológica do bebê, e a equipe avalia a carteira, a idade gestacional, o peso ao nascer e o histórico para orientar o esquema adequado.
02 / 10 · Primeiro e segundo ano de vida
Vacinas para bebês
Ao nascer · Rede pública
BCG
Dose única. Atualmente disponível somente na rede pública.
Ao nascer
Hepatite B
Primeira dose ao nascer. As seguintes podem vir nas vacinas combinadas do calendário.
2, 4 e 6 meses
Hexavalente acelular
Protege contra difteria, tétano, coqueluche, pólio, Hib e hepatite B em uma aplicação.
2, 4 e 6 meses
Rotavírus pentavalente
Três doses, respeitando os limites de idade de cada aplicação.
2, 4 e 6 meses
Pneumocócica conjugada (VPC20 ou VPC15)
Três doses e reforço aos 12 meses.
3 e 5 meses
Meningocócica ACWY
Duas doses e reforço entre 12 e 15 meses.
3 e 5 meses
Meningocócica B
Duas doses e reforço entre 12 e 15 meses.
A partir dos 6 meses
Influenza (gripe)
Dose anual. Na primeira vacinação, menores de 9 anos podem precisar de duas doses.
9 meses
Febre amarela
Primeira dose aos 9 meses e nova dose aos 4 anos.
12 e 18 meses
Hepatite A
Duas doses no segundo ano de vida.
12 e 15 meses
Tríplice viral
Protege contra sarampo, caxumba e rubéola, em duas doses.
12 e 15 meses
Varicela (catapora)
Protege contra a catapora, em duas doses.
15 a 18 meses
Pentavalente acelular
Reforço conforme as vacinas combinadas usadas no esquema inicial da criança.
Até 12 meses
Proteção contra o VSR (nirsevimabe)
Dose única antes dos 12 meses. De 12 a 24 meses, para crianças de maior risco.
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Os esquemas podem variar conforme a vacina utilizada, o histórico vacinal, a idade de início e as condições individuais. A equipe do CVB Saúde realiza a avaliação da carteira antes da aplicação.
03 / 10 · A partir dos 4 anos
Vacinas para crianças
4 a 6 anos
Tríplice bacteriana acelular + pólio inativada (DTPa-VIP)
Reforço contra difteria, tétano, coqueluche e poliomielite em uma única aplicação.
5 a 6 anos
Meningocócica ACWY
Reforço conforme o esquema feito anteriormente.
Anual
Influenza (gripe)
Uma dose todos os anos.
4 anos
Febre amarela
Dose aos 4 anos para quem recebeu a primeira aos 9 meses.
A partir dos 4 anos
Dengue (Qdenga®)
Duas doses, com intervalo de três meses.
A partir dos 9 anos
HPV9
O número de doses varia conforme a idade de início e as condições de saúde.
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A necessidade de reforços ou doses adicionais deve ser avaliada conforme a carteira de vacinação, a idade e o histórico de saúde da criança.
04 / 10 · Dos 10 aos 19 anos
Vacinas para adolescentes
A adolescência é uma fase importante para revisar a carteira de vacinação. Vacinas como HPV9 e meningocócicas, além dos reforços indicados para a idade, ajudam a manter a proteção atualizada.
2 doses
HPV9
Para quem inicia entre 9 e 19 anos, duas doses com 6 meses de intervalo.
9 a 11 anos
Tríplice bacteriana adulto (dTpa)
Reforço para quem completou a vacinação infantil, mantido ao longo da vida.
Anual
Influenza (gripe)
Uma dose todos os anos.
11 anos
Meningocócica ACWY
Reforço aos 11 anos ou 5 anos após a última dose. Para não vacinados, varia com a idade.
2 doses
Meningocócica B
Intervalo mínimo de um mês, conforme a vacina utilizada.
2 doses
Tríplice viral
Para quem não tem comprovação de vacinação ou tem esquema incompleto.
2 doses
Varicela (catapora)
Para quem nunca teve catapora ou tem esquema incompleto.
2 doses
Hepatite A
Para não vacinados ou com esquema incompleto, com 6 meses de intervalo.
Completar esquema
Hepatite B
Para não vacinados ou com esquema incompleto, conforme a idade.
Conforme avaliação
Febre amarela
Dose ou reforço conforme o histórico vacinal e o risco da região.
2 doses
Dengue (Qdenga®)
Intervalo de 3 meses, inclusive para quem já teve dengue.
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O histórico vacinal é fundamental para definir quais doses são necessárias na adolescência. Esquemas incompletos podem ser atualizados considerando as doses já realizadas.
05 / 10 · Dos 20 aos 59 anos
Vacinas para adultos
A vacinação continua sendo importante durante toda a vida adulta. Além dos reforços, algumas vacinas podem ser indicadas conforme a idade, o histórico vacinal, as condições de saúde, a profissão, viagens e outros fatores individuais. Revisar a carteira ajuda a identificar o que está atualizado e quais proteções ainda são necessárias.
A cada 10 anos
Tríplice bacteriana adulto (dTpa)
Reforços contra difteria, tétano e coqueluche, sendo ao menos um com dTpa.
Anual
Influenza (gripe)
Uma dose todos os anos.
A partir dos 50 anos
Pneumocócica conjugada (VPC20)
Rotina a partir dos 50 anos. Antes disso, para algumas condições de saúde.
A partir dos 50 anos
Herpes-zóster (Shingrix®)
Duas doses. A partir dos 18 anos para alguns grupos de maior risco.
2 doses
Tríplice viral
Para quem não tem comprovação de vacinação ou tem esquema incompleto.
2 doses
Varicela (catapora)
Para quem nunca teve catapora nem foi vacinado.
2 doses
Hepatite A
Para não vacinados, com cerca de 6 meses de intervalo.
3 doses
Hepatite B
Para não vacinados ou com esquema incompleto.
Até 45 anos
HPV9
Três doses para não vacinados. De 46 a 59 anos, após avaliação individual.
1 dose
Meningocócica ACWY
Reforços conforme o risco individual e a situação epidemiológica.
2 doses
Meningocócica B
Indicação avaliada individualmente, conforme a vacina utilizada.
Conforme avaliação
Febre amarela
Considera histórico, idade, saúde e viagens para áreas de recomendação.
4 a 60 anos
Dengue (Qdenga®)
Duas doses com 3 meses de intervalo, inclusive para quem já teve dengue.
Situações especiais
VSR
Não é de rotina antes dos 60 anos. Pode ser indicada para grupos específicos.
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O histórico vacinal é fundamental para definir quais vacinas e doses são necessárias. Condições de saúde, uso de medicamentos, profissão, viagens e situações especiais também podem modificar as recomendações.
06 / 10 · Gestação
Vacinas para gestantes
Indicadas na gestação
A partir da 20ª semana
Tríplice bacteriana adulto (dTpa)
Em toda gestação. Também protege o bebê da coqueluche nos primeiros meses.
Anual
Influenza (gripe)
Pode ser aplicada em qualquer fase da gestação.
A partir da 28ª semana
VSR (Abrysvo®)
Uma dose a cada gestação, em qualquer época do ano.
Conforme histórico
Hepatite B
Para gestantes não vacinadas ou com esquema incompleto.
Em situações especiais
Situações especiais
Hepatite A
Pode ser considerada em situações de maior risco.
Situações especiais
Pneumocócica (VPC20)
Para gestantes com algumas condições de saúde ou maior risco.
Situações especiais
Meningocócica ACWY
Em situações de risco aumentado ou conforme o cenário epidemiológico.
Situações especiais
Meningocócica B
Quando houver risco aumentado de doença meningocócica.
Avaliação individual
Febre amarela
Normalmente não recomendada. Só quando o risco de exposição supera o da vacina.
Não aplicar durante a gestação
Após o parto
Tríplice viral
Não deve ser aplicada na gestação. Pode ser indicada no puerpério.
Após o parto
Varicela (catapora)
Não deve ser aplicada na gestação. Pode ser indicada após o parto.
Adiar
HPV9
Adiar durante a gestação. Doses pendentes podem ser retomadas depois.
Contraindicada
Dengue (Qdenga®)
Não deve ser aplicada durante a gestação.
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O histórico vacinal deve ser avaliado durante o pré-natal. A indicação pode variar conforme a idade gestacional, as vacinas recebidas anteriormente, as condições de saúde e situações específicas de risco.
07 / 10 · 60 anos ou mais
Vacinas para pessoas idosas
A partir dos 60 anos, manter a vacinação atualizada é uma parte importante do cuidado com a saúde. Algumas vacinas passam a ter recomendação específica nessa fase, enquanto outras precisam de reforços ou atualização conforme o histórico vacinal e as condições individuais.
Anual
Influenza (gripe)
De preferência a vacina de alta dose, indicada para quem tem 60 anos ou mais.
Rotina
Pneumocócica conjugada (VPC20)
Dose única para quem nunca tomou. Quem já tomou outra precisa de avaliação.
2 doses
Herpes-zóster (Shingrix®)
Para não vacinados, inclusive para quem já teve herpes-zóster.
A cada 10 anos
Tríplice bacteriana adulto (dTpa)
Reforços regulares, sendo ao menos um com dTpa.
3 doses
Hepatite B
Para não vacinados ou com esquema incompleto.
Avaliação individual
Febre amarela
Para não vacinados, após avaliação de risco e benefício.
Dose única
VSR
Rotina a partir dos 75 anos. De 60 a 74 anos, para quem tem maior risco.
Situações especiais
Hepatite A
Duas doses, quando indicada após avaliação individual.
Situações especiais
Meningocócica ACWY
Indicada em situações de maior risco, conforme avaliação.
Situações especiais
Tríplice viral
Pode ser indicada em situações de risco aumentado.
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A indicação das vacinas após os 60 anos deve considerar o histórico vacinal, as condições de saúde, os medicamentos em uso e o risco de exposição. Quem já recebeu vacinas pneumocócicas, por exemplo, precisa de avaliação específica para a VPC20.
08 / 10 · Viajantes
Vacinas para viajantes
Vai viajar? O primeiro passo é verificar se as vacinas de rotina estão atualizadas de acordo com a sua faixa etária. Além delas, o destino, a duração da viagem, o tipo de hospedagem, as atividades previstas e as condições individuais de saúde podem indicar cuidados e vacinas adicionais.
Alguns países também podem exigir comprovantes específicos de vacinação para entrada no território. Por isso, a avaliação deve ser feita com antecedência.
Como funciona a avaliação do viajante
Nossa equipe confere sua carteira de vacinação e considera destino, data da viagem e histórico de saúde para orientar sobre as vacinas que precisam ser atualizadas ou avaliadas antes da viagem.
O que entra na avaliação
Destino e exigências de entrada do país
Data e duração da viagem
Tipo de hospedagem
Atividades previstas
Histórico de saúde e vacinas de rotina
09 / 10 · Por atividade profissional
Vacinação ocupacional
A vacinação ocupacional complementa o calendário recomendado para cada faixa etária e considera os riscos relacionados à atividade profissional. Dependendo da função e do ambiente de trabalho, algumas vacinas podem ter indicação especial para ajudar a proteger o trabalhador durante suas atividades.
Quem pode precisar de atenção especial
Profissionais da saúde
Contato com sangue, secreções e pacientes.
Alimentos e bebidas
Exposição a agentes infecciosos específicos.
Trabalho com animais
Inclui avaliação para a vacina da raiva.
Serviços sexuais
Maior exposição a algumas infecções.
Administrativo e atendimento ao público
Grande circulação de pessoas.
Viagens a trabalho
O destino pode exigir vacinas específicas.
Transporte
Circulação por diferentes regiões.
Segurança, salvamento e emergência
Exposição a riscos biológicos e ambientais.
Águas contaminadas e esgoto
Avaliação conforme os agentes de exposição.
Ambientes fechados ou coletivos
Contato próximo e frequente entre pessoas.
Atualizar
Tríplice viral
Para quem não tem comprovação de vacinação, sobretudo quem atende o público.
Conforme a atividade
Hepatite A
Atividades com alimentos, saneamento e outros ambientes de risco.
Manter em dia
Hepatite B
Essencial para quem pode ter contato com sangue e secreções, como na saúde.
Reforços
Tríplice bacteriana adulto (dTpa)
Proteção contra difteria, tétano e coqueluche, com atenção a algumas funções.
Atualizar
Varicela (catapora)
Para quem nunca teve catapora, sobretudo nas funções mais expostas.
Anual
Influenza (gripe)
Para todos os trabalhadores. A partir dos 60 anos, preferência pela vacina de alta dose.
Conforme o risco
Meningocócica ACWY
Conforme a atividade e o risco, com reforços enquanto o risco continuar.
Conforme o risco
Meningocócica B
Para atividades e situações de maior risco de exposição.
Conforme o risco
Febre amarela
Conforme o local de trabalho ou viagens para áreas de recomendação.
4 a 60 anos
Dengue (Qdenga®)
Duas doses com 3 meses de intervalo, considerando o risco individual e ocupacional.
Pré-exposição
Raiva
Para quem trabalha com animais ou pode ter contato com o vírus da raiva.
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A vacinação ocupacional não substitui o calendário de rotina da idade. A indicação considera a profissão, o ambiente de trabalho, o tipo de exposição, o histórico vacinal, as condições de saúde e as viagens a trabalho.
10 / 10 · Condições especiais
Vacinação para condições especiais
Algumas condições de saúde podem aumentar o risco de determinadas infecções ou modificar as recomendações de vacinação. Nesses casos, o calendário deve ser individualizado, considerando a condição clínica, a idade, o histórico vacinal, os tratamentos realizados e os medicamentos em uso.
A SBIm possui um Calendário de Vacinação para Pacientes Especiais, com recomendações específicas para diferentes condições de saúde.
Situações que podem exigir uma avaliação diferenciada
Diabetes
Cardiopatias e pneumopatias crônicas
Doença renal crônica
Doenças crônicas do fígado
Imunodeficiências e imunossupressão
Pessoas em tratamento oncológico
Transplantados e candidatos a transplante
Asplenia e outras condições relacionadas ao funcionamento do baço
Uso de medicamentos imunossupressores ou imunobiológicos
Outras doenças crônicas e condições especiais
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Nessas situações, não existe um único calendário que sirva para todos. Nossa equipe avalia a carteira de vacinação e as particularidades de cada paciente para orientar o esquema adequado e, quando necessário, solicita ou considera a recomendação do médico responsável.
Não sabe quais vacinas já tomou?
Traga sua carteira de vacinação ou os registros que tiver. Nossa equipe confere seu histórico, identifica as vacinas que estão em dia e orienta quais ainda precisam ser realizadas, respeitando as doses já recebidas e os intervalos recomendados.


Da chegada à aplicação, cada vacina é armazenada com controle de temperatura
No CVB Saúde, as vacinas são armazenadas em equipamentos específicos, com temperatura mantida entre 2 °C e 8 °C e monitoramento contínuo. As geladeiras contam com sistema de alarme e bateria com autonomia de até 48 horas, e a sala de vacinação permanece climatizada para contribuir com as condições adequadas de conservação.
O controle e o registro da temperatura fazem parte da rotina da equipe, ajudando a preservar as condições adequadas de conservação das vacinas até o momento da aplicação.
2 °C a 8 °C
temperatura de armazenamento
Até 48 h
de bateria se faltar energia
Encontrou a vacina que procura?
Agende em uma mensagem.
Envie pelo WhatsApp o nome da vacina ou a idade de quem vai vacinar. Nossa equipe orienta sobre indicação, disponibilidade, valores e o melhor horário para o atendimento.